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Deco - o maestro Esperava mais de Portugal. Afinal é uma de minhas apostas para a grande final. Mas sabe que estava na verdade torcendo por Angola? Talvez pelas amizades angolanas que conquistei na vida. Antonio, na Escola Técnica; Ana Paula, na Universidade Federal, Henrique, nas peladas de Cracóvia: Osvaldo, na reportagem sobre a morte do Papa João Paulo II. Enfim, Angola, de alguma forma, mas diferente de grande parte dos brasileiros que se consideram descendentes de escravos africanos, senti lá no fundo uma emoção especial neste jogo. Estava vindo da Polônia, terra do meu avô paterno, para assistir Portugal do outro pedaço do meu coração que foi dado pelo tata-tata-tata tataravô materno. Mas não gostei do que vi! Portugal começou fulgurante... Imaginei uma goleada de 8 a zero! Mas que nada, foram só os 10 minutos iniciais. Dali em diante, os berros e os gestos largos de Felipão, no banco, não conseguiam insuflar os brios de Figo, Cristiano (Por que será que ele é Ronaldo? Para aproveitar o marketing dos nossos Ronaldos? Ou porque este madeirense efetivamente se chama Cristiano Ronaldo?). Cadê Deco? Nosso maestro brasileiro (quanta falta você faz na seleção brasileira... Ô... paulistano Deco! DE SUA OPINIÃO, POR FAVOR CLICK AQUI
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